Arquivo da categoria ‘Sexo sem dúvidas’

Clitóris o responsável por tudo

Toda vez que alguém tenta explicar o que é o clitóris acaba mais confundindo que esclarecendo. Uns dizem que é uma “região” da genitália feminina, localizada um pouco acima da entrada da vagina. Outros dizem que é um “ponto”. Outros preferem nem proferir o nome deste pequeno grande órgão. A verdade é que ninguém diz claramente, e com todas as letras, que o clitóris é um pequeno pênis, sendo equivalente ao pênis masculino e, portanto, importantíssimo no processo de excitação e do orgasmo da mulher.
Quando lançaram o Viagra no mercado, os jornais, revistas e TVs cansaram de noticiar as maravilhas proporcionadas pelo novo medicamento como, por exemplo, o aumento da irrigação sangüínea no pênis, proporcionando assim uma ereção mais prolongada. No entanto, quando se falava sobre o efeito do Viagra nas mulheres, apenas um jornal revelou que o clitóris intumescia mais facilmente sob efeito do medicamento. O resto contentou-se em noticiar uma maior lubrificação da vagina - e só. Parece que o clitóris continua ignorado, deixado de lado ou, ainda pior, permanece desconhecido.
Por isso o CIO deste mês traz uma matéria especial, revelando Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre o Clitóris e Ninguém Soube Responder.

clitóris

Anatomia

O clitóris não é uma “região” do aparelho genital feminino: o clitóris é um órgão, equivalente ao pênis masculino. Muitas pessoas evitam falar que o clitóris é um pequeno pênis, por preconceito, vergonha ou falta de informação mesmo. Mas é a melhor comparação que podemos fazer.
O clitóris propriamente dito é um órgão bastante sensível, formado por um tecido eréctil (mais uma vez, como o do pênis) e envolvido por uma espécie de prepúcio. Quando a garota ainda é criança ou se o clitóris é muito pequeno, às vezes fica difícil distinguir o prepúcio do próprio clitóris - mas eles estão lá e formam um conjunto.
É mais fácil perceber o conjunto quando há excitação. Como é formado por tecido eréctil, o clitóris quando estimulado, aumenta de tamanho, fica mais duro e sensível, assim como o pênis nos homens. Mas o clitóris não se restringe apenas à parte visível e externa ao nosso corpo: o tecido eréctil, presente no clitóris, encontra-se também em várias outras partes da genitália. O clitóris visível é apenas a ponta de um órgão que se conecta, dentro do corpo, a uma pirâmide de tecido eréctil e a dois bulbos que se localizam um a cada lado da vagina. Pode estar conectado também à uretra, canal que transporta a urina da bexiga para fora do corpo
Quanto à sua aparência externa, o clitóris pode variar de tamanho de uma mulher para outra. Ao redor da entrada da vagina temos os pequenos lábios que são o equivalente ao saco escrotal nos homens - são feitos inclusive dos mesmos tecidos. Na parte inferior da entrada da vagina, tocando o períneo, localizam-se as glândulas de Bartholin que, quando estimuladas proporcionam uma maior lubrificação na mulher.
Todas estas conexões e prolongamentos nervosos formam um conjunto que cobre grande área do aparelho genital feminino, explicando porque nas mulheres a sensibilidade para a excitação sexual é mais difusa enquanto que, nos homens, é mais localizada. O relatório Hite foi bastante esclarecedor ao revelar que “a única diferença entre as ereções masculina e feminina é que a do homem é externa e a da mulher, interna”.

O Mito do Orgasmo Vaginal

Durante muito tempo - e graças ao Dr. Freud - que deve ter morrido achando que deixava a mulher satisfeita e deve ter acabado perdendo para o chuveirinho, acreditou-se que o orgasmo vaginal seria um orgasmo mais maduro que o orgasmo clitoriano. Esta tese, impregnada de preconceitos sexistas, foi formulada por um homem que não conseguia imaginar a vagina da mulher senão como uma bainha para sua espada: qualquer prazer originado além da mágica de sua vara seria imaturo ou inválido. Hoje em dia, descobertos os prolongamentos do clitóris para dentro do corpo, ao longo das paredes da vagina, sabe-se que o orgasmo vaginal no fundo é um orgasmo clitoriano . Por isso o rogamso vaginal não existe.

O Ponto G

Desde que foi descoberto pelo Dr. Grafenberg (daí a letra G), o Ponto G parece aquele tesouro perdido que todos querem encontrar: só falta o mapa da mina. Pois bem: o ponto G é uma região sensível, localizado aproximadamente a uma polegada e meia da entrada da vagina, atrás do osso púbico. Se a localização ainda parece obscura tente assim: coloque o dedo na vagina, inteiro e curvado, de maneira que a ponta do dedo vá de encontro ao osso pubiano - pronto! aí está o ponto G.
Depois dos estudos sobre a anatomia do clitóris realizados pela doutora Hellen O’Connel, descobriu-se que o clitóris visível é apenas a ponta de uma pirâmide que se estende para dentro do nosso corpo. Neste caso o Ponto G seria uma das faces dessa pirâmide e, portanto, parte do conjunto que chamamos clitóris. A mágica sensação provocada pelo Ponto G nada mais seria que uma estimulação do clitóris feita a partir de dentro da vagina.

As Novas Descobertas

No ano passado a médica australiana Hellen O’Connel divulgou os resultados de sua pesquisa sobre a anatomia do clitóris. O’Connel descobriu que o clitóris é muito maior do que pensávamos - ele se estende para dentro do nosso corpo, com prolongamentos que envolvem a vagina e tocam partes da uretra e da bexiga. Desde 1970, depois que micro cirurgias tornaram possíveis dissecações mais detalhadas, médicos do mundo inteiro passaram a investigar o funcionamento do pênis. Mas, incrivelmente, nenhum estudo semelhante havia sido feito em relação ao clitóris. Foi o que a Dra O’Connel fez. Ela descobriu muito mais tecido eréctil espalhado pela genitália feminina do que se supunha haver. Foi ela quem formulou esta nova noção de que o citóris visível está conectado a uma pirâmide de tecido eréctil e a dois bulbos que se localizam a cada lado da vagina. Atualmente O’Connel está estudando a possível conexão do clitóris com a uretra.

A Ejaculação Feminina

Um dos pontos mais controvertidos na área de sexualidade feminina é a ejaculação. É claro que os que duvidam de sua existência são todos, sem exceção, homens - ou mulheres que nunca tiveram ou nunca viram outra mulher ejacular. O fato é que até Aristóteles já descreveu a ejaculação feminina para explicar a fabricação do sêmen nas mulheres. Mas, depois que caiu por terra a noção de que as mulheres poderiam produzir sêmen, a ejaculação feminina foi esquecida para sempre até o advento do relatório Hite.
A verdade é que - sim - algumas mulheres ejaculam. O líquido que expelem, entretanto é bem diferente daquele expelido pelos homens. Além de não conter sêmen, o líquido ejaculado pelas mulheres é mais ralo, transparente, e chega a ser confundido com xixi. Mas não é urina - é um composto de ácido prostático fosfatoso com glicose, frutose, alguns sais minerais e uma baixíssima quantidade de uréia. Como já explicamos aqui em artigo especifico.
E para finalizar, mulheres e homens explorem com intensidade o clitóris e aproveitem as sensações.

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Terapia - Brinquedos Eróticos

Ginecologistas têm sugerido às suas pacientes o uso terapêutico de produtos eróticos para tratamento de casos de má-formações e atrofia da vagina, incontinência urinária e disfunção sexual.

Não estranhe, se receber de seu médico a indicação de uma visita ao sex shop. Alguns dos apetrechos vendidos nessas boutiques eróticas, associados a exercícios com orientação profissional, têm a função de “reabilitar” o assoalho pélvico - musculatura que sustenta o útero, o intestino e a bexiga. Em mulheres, esses músculos podem ser lesados durante o parto vaginal e perdem ainda mais força à medida que os níveis hormonais se reduzem durante o período da menopausa.

O problema mais frequente é a incontinência urinária -que afeta 25% das mulheres de até 60 anos. Segundo Figueiredo, 60% das mulheres com incontinência urinária de esforço melhoram com a fisioterapia. “A mulher deveria fazer exercício para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico durante toda a vida. Ela sustenta órgãos muitos importantes e não pode ser esquecida”, afirma.

Outros produtos eróticos que costumam ser sugeridos pelos ginecologistas são os massageadores vaginais, associados a géis lubrificantes, para casos de atrofia vaginal (perda da elasticidade e afinamento) ou vaginismo (dor na vagina), provocados pela queda dos níveis de estrogênio, após a menopausa. A atrofia vaginal causa dor ou desconforto durante a relação sexual. Próteses penianas de diferentes tamanhos também têm sido indicadas por médicos para casos de má-formação da vagina em que é preciso dilatar o canal do órgão. “Não só indico para as minhas clientes como, às vezes, vou até à boutique erótica para escolher o modelo certo para a pessoa certa”, afirma a ginecologista e obstetra Tânia das Graças Mauadie Santana, 55, chefe dos serviços de planejamento familiar e de sexologia do Hospital Pérola Byington.

De acordo com Santana, no tratamento de alguns tipos de má-formação vaginal é mais barato a mulher comprar as próteses penianas nas boutiques eróticas, a preços que variam de R$ 30 a R$ 60. Nas lojas de produtos hospitalares, os moldes de acrílico seriam vendidos, em média, a R$ 700. “Para casos em que é preciso dilatar o canal vaginal, as próteses vendidas em sex shop cumprem perfeitamente a função”, relata a ginecologista Cláudia Gazzo, responsável pelo setor de reprodução do hospital do servidor.

Nos casos de disfunção sexual feminina - mulheres que não atingem o orgasmo, por exemplo -, médicos e terapeutas acreditam que uma visita ao sex shop pode ser bastante benéfica. “Os produtos eróticos aumentam o desejo sexual”, diz a médica Tânia Santana. Ela afirma que, após visitar uma boutique erótica, as pacientes voltam com uma “idéia elegante da sexualidade”.

Fonte: Folha de São Paulo

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Ejaculação Feminina

Muitas pessoas nunca ouviram falar, algumas não acreditam, existem mulheres que nunca experimentaram e outras que já ejacularam sem saber, acrediando ter feito xixi ou ter tido uma lubrificação intensa que chegou a molhar a cama, o fato é que em maior ou menor quantidade a ejaculação feminina existe, e vamos aqui apresentá-la á todos.
A ejaculação feminina é caracterizada pela excreção de líquidos pelas glândulas de Skene e pela uretra durante o orgasmo. Esse líquido é claro, às vezes viscoso, ralo e geralmente inodoro, varia de 15 a 200 ml. Nem todas as mulheres ejaculam e, mesmo as que o fazem, não ejaculam sempre, está relacionada à estimulação do ponto G. Considerando o ponto G um homólogo da próstata masculina, podemos entender por que o líquido que algumas mulheres expelem é similar ao do homem, sem conter espermatozóides.

Embora até hoje ainda muitos afirmam que a ejaculação feminina é uma lenda ou mito, a ejaculação feminina é um fato observado em laboratório e descrito por Aristóteles e na medicina grega da antiguidade, que acreditava que o líquido expelido era importante na fecundação (Cláudio Galeno 131 - 200). A ejaculação feminina está descrita em várias culturas, por exemplo nos rituais tântricos da Índia.

Análise química do líquido ejaculado

Pela análise química do líquido expelido, mostrou-se que este nada tinha a ver com a urina, e sim assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina. Algumas mulheres de hoje ainda acham que urinam ao ejacular, já que a sensação que antecede a ejaculação é muito semelhante à vontade de urinar. Porém a anatomia também comprova que isso é impossível, uma vez que o músculo pubococcígeo, que se contrai na hora do orgasmo, também é responsável pela contenção urinária.
O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que a lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é produzido nas glândulas de Skene e liberado através das glândulas de Skene e do canal da uretra.

Fonte: Wikipédia

Bem mulherada essa foi nossa apresentação, nos próximos artigos “Técnicas para estimulação do Ponto G e Ejaculação”

Relatos de experiências serão bem vindos.
Até a próxima.

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Orgasmo

Orgasmo é a conclusão de fase de platô do ciclo de resposta sexuais e pode ser experimentado por ambos os machos e fêmeas sendo uma reação do corpo que dura apenas breves segundos sentida durante o ato sexual ou de masturbação, resultado de intensa excitação das zonas erógenas ou órgãos sexuais. O orgasmo como sensação de prazer pode ser detectado no momento da ejaculação na maioria das espécies de mamíferos, em indivíduos masculinos. Orgasmo é caracterizado por intenso prazer físico, controlada pelo sistema nervoso autônomo. Sendo acompanhado por ciclos de rápidas de contrações musculares nos músculos pélvicos inferiores, que rodeiam principal os órgãos sexuais e a ânus, sendo frequentemente associados a outras acções involuntário, como espasmos musculares em outras partes do corpo, um sensação general eufória e, com menos freqüência, vocalizações.

A ausência do orgasmo de forma continua é considerado patologico e denominada de Anorgasmia.

Na espécie humana, de maneira geral, tanto homens quanto mulheres podem sentir o orgasmo: nos homens, apresenta-se como um pico rápido de excitação seguido de ejaculação, e rápida queda na sensação de prazer; nas mulheres, pode consistir de um período mais extenso de sensação de prazer, pontuado por alguns picos de prazer (muitas vezes chamado de orgasmo múltiplo), mais intenso que nos homens, com decréscimo destas sensações mais lento do que nos parceiros. Nas mulheres, ainda, podem haver contrações musculares que causam expulsão de líquido através da vagina, caracterizando a ejaculação feminina.

Orgasmo é seguido da fase de resolução que é um período que grande relaxamento e queda da pressão arterial, devido a liberação da Prolactina. Alem de grande redução, temporaria, das actividades do córtex cerebral.

A partir o órgão eréctil

Orgasmo é atingido após a estimulação direta dos órgãos eréctil, pênis e clitóris, por um período de tempo. Esta estimulação pode ser causada pela atividade sexual, masturbação, sexo oral, sexo não penetrativo, um Vibrador, ou por electrostimulação. Qualquer estimulação sexual do pênis ou clitóris podem eventualmente resultar em um orgasmo, mas também pode ser atingido pela estimulação de outras zonas erógenas, na ausência de estimulação física, através de estimulação psicológica como na polução noturna.

Orgasmos múltiplos

Orgasmos múltiplos ocorre em alguns casos onde a mulher pode não ter um período refratário ou tê-lo muito curto e, portanto experimentar um segundo orgasmo logo após a primeira; algumas mulheres podem até seguir ter uma sequencia de orgasmos consecutivos. Para algumas mulheres, o clitóris e os mamilos ficam muito sensíveis após o clímax, ocasionando que estimulação adicionais sejam dolorosas. Tomadas de ar profunda, respiração rápida e continuação da estimulação pode ajudar a libertar esta excitação. Há surpreendente relatos de mulheres com Síndrome de Excitação Sexual Persistente que incluem uma alegação, que não foi autenticado, de uma jovem mulher britânica os tem constantemente ao longo do dia, sempre que ela experiências uma mínima vibração.

É possível atingir o orgasmo sem a ejaculação (orgasmo seco) ou ejacular sem atingir orgasmo. Alguns homens têm relatado ter múltiplos orgasmos consecutivos, particular sem ejaculação. Os homens que experimentam orgasmos secso muitas vezes podem ter múltiplos orgasmos, como a necessidade de um período de repouso, o período refratário, reduzido. Alguns homens são capazes de se masturbar por horas em um momento, atingir orgasmo várias vezes.

Muitos homens que começaram a se masturbar ou tiveram outra actividade sexual antes da puberdade relatam terem sido capazes de terem múltiplos orgasmos sem ejacular. Jovens crianças do sexo masculino são capazes de terem múltiplos orgasmos devido à falta de período refratário, até a cheguada da sua primeira ejaculação, enquanto crianças do sexo feminino é sempre possível, mesmo após o início da puberdade. Algumas evidências indicam que o orgasmos antes da puberdade dos homens são qualitativamente similar ao orgasmo “normais” experimemtados pelas mulheres, sugerindo que as alterações hormonais durante a puberdade têm uma forte influência sobre as características do orgasmo do masculino.

Orgasmo espontâneo

Orgasmos pode ser espontâneo, parecendo que ocorrem sem haver previa estimulação direta. Os primeiros relatada deste tipo de orgasmo proveram de pessoas que tiveram lesões da medula espinal (SCI). Embora, a SCI muitas vezes leve à perda de certas sensações e a alterações da auto-percepção, uma pessoa com esta perturbação pode não está privado de sexualidade, como a estimulação sexuais e desejos eróticos.

Também se discute que algumas determinaas drogas antidepressores podem provocar o clímax espontânea como um efeito colateral.

Outras categorias do orgasmo

Certos tipos e categorias de orgasmo tornaram-se amplamente reconhecidas, o suficiente para serem discutido como distintivo formas de orgasmo.

Orgasmo vaginal

O “teoria dos dois orgasmos” (a crença de que no sexo feminino há um orgasmo vaginal e um orgasmo clitorial), foi criticada por feministas, como Ellen Ross e Rayna Rapp como uma “clara percepção masculina do corpo feminino”. O conceito de orgasmo de natureza meramente vaginal foi postulada pela primeira vez por Sigmund Freud. Em 1905, Freud argumentou que o orgasmo clitorial era um fenómeno que ocorria em adolescentes, e após atingir a puberdade a resposta adequada das mulheres maduras mudava para o orgasmo vaginal. Embora Freud não tenha fornecido quaisquer provas para esta suposição básica, as conseqüências de teoria foram muito elaborada, em parte porque muitas mulheres se sentiram inadequadas quando elas não conseguiam atingir orgasmo através da relação vagina que envolveu pouca ou nenhuma estimulação clitorial.

Em 1966, Masters e Johnson publicado o pivô da investigação sobre as fases de estimulação sexual. Seu trabalho incluiu homens e mulheres, e ao contrário de Alfred Kinsey anteriomenta (em 1948 e 1953), havia tentado determinar as fases fisiológico que ocorriam antes e depois orgasmo. Um dos resultados de Masters e Johnson foi a vinculação da ideia de que o orgasmo vaginal e clitorial seguiam na mesmas fases das respostas físicas,mas também argumentaram que a estimulação clitoridiana é a principal fonte dos orgasmos.

Recentes foi descoberto que o comprimento do clitóris estende-se para dentro do corpo, ao redor da vagina complicando as tentativas de distinguir o orgasmo clitorial vs vaginais.

Mais recentemente, a urologista Australiana, Dr. Helen O’Connell, utilizando a tecnologia MRI notou que existe uma relação direta entre as crus clitoris (crura ou pernas ou raízes do clitóris) e do tecido eréctil do bulbos clitorial e corpo, e distais uretra e vagina. Ela afirma que esta relação de interligação é a explicação fisiológica para o Ponto G e a experiência do orgasmo vaginal, tendo em vista que há a estimulação das partes internas do clitóris durante a penetração da vagina.

Orgasmo anal

O orgasmo anal é um orgasmo originada da estimulação anal, como a de um dedo inserido, ou brinquedo erótico.

Orgasmo mamário

Um orgasmo mamário é um orgasmo feminino que é criado a partir da estimulação das mama de uma mulher. Nem todas as mulheres conhecem esse consequencia de quando os seios são estimulados, no entanto, algumas mulheres afirmam que a estimulação da área da mama durante a ato sexual e as preliminares, ou apenas o simples fato de terem seus seios acariciados, cria de ligeiro até a um intenso orgasmo. De acordo com um estudo que questionou 213 mulheres, 29% delas tiveram a experiencia de terem um orgasmo mama de uma vez ou mais vezes, enquanto outro estudo afirmou que apenas 1% de todas as mulheres tiveram a experiência de terem um orgasmo mamário.

Crê-se que um orgasmo ocorra, em parte, por causa do hormônio oxitocina, que é produzida no organismo durante a excitação e estimulação sexual e foi demonstrado que a oxitocina é produzida quando um dos mamilos é estimulado e tornar-se ereto.

Orgasmo simultâneo

O orgasmo simultâneo (também designado por orgasmo mútuo) é um clímax alcançado pelos parceiros sexuais, ao mesmo tempo, durante o ato sexual.

Função evolutiva dos orgasmos

Biólogos evolutiva têm várias hipóteses sobre o papel do orgasmo. Em 1967, Desmond Morris sugeriu, em seu primeiro livro ciência-populares O macaco nu (The Naked Ape) que o orgasmo feminino evoluiu para encorajar a fêmea a manter uma intimidade física com seu parceiro e ajudar a reforçar a ligação do casal. Morris sugeriu que a relativa dificuldade em se alcançar o orgasmo feminino, em comparação com o orgasmo no sexo masculino, poderia ter uma função favorável, na biologia evolução Darwinian, por direcionando a fêmea a selecionar companheiro que tenham qualidades como paciência, atenção, imaginação, inteligência, em oposição às qualidades tais como tamanho e agressão, que tem relação com à selecção de companheiros em outros primatas. Essas qualidades vantajosa foram se tornando acentuadas dentro da espécie humana e impulsionados pelas diferenças entre os orgasmos dos sexos masculino e feminino.

Morris também propôs que orgasmo poderia facilitar concepção, uma vez que esgotaria a mulher assim ela se manteria com o corpo na horizontal, impedindo assim que o esperma escorresse para fora do trato genital. Esta possibilidade, algumas vezes chamado de “Hipótese Poleax” ou “Hipótese do nocaute”, atualmente é considerada altamente duvidosa.

Outras teorias são baseadas na idéia de que o orgasmo feminino poderia aumentar fertilidade. Por exemplo, a redução de 30% no tamanho da vagina durante o orgasmo poderia ajudaria aumentando a pressão sobre o pênis (muito semelhante, ou talvez causada pelo Músculo pubococcígeo), o que promoveria o aumento da estimulante sobre o macho. Os biólogos também sugeriram que o orgasmo feminino pode ter um ação “sucção”, semelhante ao movimento peristáltico, favorecento a retenção os espermatozóides e aumentando as chances da concepção. Também o fato de que a mulher tende a atingir orgasmo com maior facilidade quando estão ovulando sugere que ele está vinculado ao aumento da fertilidade.

Outros biólogos supoem que o orgasmo apenas para motivar sexo, o que aumentaria a taxa de reprodução, o que poderia ter sido selecionado durante evolução.

Visto que o orgasma de um macho tipicamente tende a chegar mais depressa do que o da fêmeas, isso poderia, potencialmente, encorajar a fêmea a ter vontade de se envolver em atividades sexuais com mais freqüência, aumentando assim a probabilidade de concepção.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

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Mulher Maravilha 200 orgasmos por dia

Orgasmo

A britânica Sarah Carmen, de 24 anos, afirmou ao jornal “News of the World” que costuma ter até 200 orgasmos por dia.

Sarah diz ficar excitada com praticamente tudo: o balançar dos trilhos do trem, o vibrar de um secador de cabelos, o ritmo de uma máquina de xerox… Tudo faz ela chegar lá.

Durante uma entrevista de 40 minutos, ela teve cinco orgasmos, segundo o jornal britânico. Isso porque falar de sexo também faz a moça ver estrelas.

Sarah sofre de uma doença chamada síndrome da excitação sexual permanente, que faz com que os órgãos sexuais tenham um fluxo sanguíneo maior do que o normal.

“Às vezes eu faço tanto sexo para tentar me acalmar que fico entediada”, diz ela. “Os homens com quem eu durmo não fazem muito esforço porque chego ao clímax muito facilmente.”
A moça desenvolveu a síndrome após um médico receitar a ela antidepressivos, quando tinha 19 anos. “Em poucas semanas eu comecei a ficar mais e mais excitada por mais e mais tempo e simplesmente passei a ter orgasmos múltiplos”, afirma. “Isso começou na cama, em que as sessões de sexo duravam um tempão e meu namorado ficava atônito de ver quantas vezes eu chegava ao orgasmo.”
Depois, segundo ela, o clímax chegava após o sexo, quando ela pensava nas coisas que tinha feito na cama. “Em seis meses, eu já estava tendo 150 orgasmos ao dia - e eles chegam a 200.”
Ela e o namorado romperam, e novos parceiros suaram para dar conta da demanda. “Geralmente me preparo para ter quantos orgasmos eu puder, porque só aí posso ter um pouco de paz”, diz.
Sarah contou também que dispensa convites para ir a locais públicos com música alta e muita agitação. Ir à bares ou clubes barulhentos está fora de questão porque as vibrações a deixam doida. “Tenho que encontrar bares quietinhos. E eu tenho mais orgasmos quanto mais eu bebo, porque me relaxa, então eu tenho que beber muito pouco agora.”

A situação mais hilária de orgasmo foi enquanto ela respondia a um questionário de pesquisa de mercado. “Eu tive um orgasmos na frente da pesquisadora. Ela sabia o que estava acontecendo e me olhou estranho. Eu tentei explicar que não podia ajudar, mas eu estava gemendo tanto que tive que sair andando”.

Sarah está fazendo tratamento e segundo os médicos não há uma explicação científica provada para o problema dela. O mais provável é a infecção da região pélvica que pode estar estimulando os nervos do clitóris.

As mulheres que sofrem da síndrome de Sarah sentem constantemente as contrações rítmicas musculares que o orgasmo provoca. A doença é tão rara que alguns especialistas já zombaram dela.
Há psiquiatras que acreditam que a síndrome seja um sintoma de alguma crise emocional - como se um coração partido se expressasse por meio de sensibilidade genital.
De qualquer forma, os médicos afirmam que quem é portador da síndrome da excitação sexual permanente sofre tanto fisicamente quanto psicologicamente - e precisa de ajuda médica.

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