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Minha mulher e eu
Minha mulher e eu temos uma vida sexualmente ativa, sempre com muitas fantasias e essa foi mais uma: Enquanto ela tomava banho, fui à sua gaveta e peguei cinco de suas calcinhas mais provocantes e pequenas, daquelas que não cobrem nada, até por que ela é bem servida nesse aspecto, tanto na frente quanto atrás, escrevi um bilhete,e coloquei no banheiro as calcinhas e o bilhete, fui espera-la no quarto, passado uns 30 minutos , ela surge no quarto, com uma calcinha enterrada na buceta, os bicos das tetas amarrados cada um com uma calcinha , uma calcinha no pescoço e uma na mão, me falando que não conseguiu colocar uma calcinha dentro da buceta , pois estava muito seca, não me fiz de rogado, chupei aquela buceta linda, ate ficar bem lubrificada, ela gemia, se contorcia de tesão e balançava as tetas, roçando as calcinhas amarradas em mim, quando ela já estava molhada , fui beija-la na boca, ela enfiou a calcinha na buceta,e a outra ela começou a chupar, lamber e ao mesmo tempo me beijar, não agüentei e coloquei meu pau dentro da buceta dela, o prazer era demais, fodia aquele bucetão com vontade e sentia a calcinha dentro da buceta dela, ela gemia , balançava as tetas e chupava uma calcinha rosa, mexia aquela bunda gostosa ,parei para não gozar e antes que continuasse ela tirou a calcinha que estava dentro da buceta ,e colocou de novo, só que dessa vez, ela colocou usando o vibrador, é muito tesão ver uma mulher colocar a calcinha dentro da buceta, usando o vibrador, quando ela enfiou tudo, continuei a foder aquela buceta ,até gozarmos juntos….
Sem comentários »Ninfa
Estava viajando a trabalho e fui para o interior do estado de São Paulo, já havia estado naquela cidadezinha antiga a beira mar mais de uma dúzia de vezes, mas sempre me resignei a ficar dentro do meu “habitat” natural, um barzinho com música ao vivo e pessoal na casa dos 30 ou mais, não sei o porque mas pra mim a idéia de uma noite divertida sempre parte de um bom bate-papo, a química rola nesta fase da paquera, beijar na boca por horas ou a noite toda é fácil quero ver é ficar aturando gente chata, isto sim é desafio. Bom fui para o bar de sempre na companhia de um amigo, paramos no balcão, pedimos um chopp pra cada um e começamos a reparar que o bar estava um pouco vazio para 22:00h que marcava o meu relógio, mas fazer oque, bater-papo, beber um choppinho e aguardar sem saber pelas surpresas que a noite me reservava. Noite vai e começou a chegar uma galerinha, meio “pivetada”, nada contra, mas…., bom derrepente duas mulheres entram no bar, uma loira com cerca de 1,60m, meio franzina e uma loira num vestido preto colado, meio curto com decotes saliente portando um par de peitos mais salientes ainda, de cara mostrei as duas ao meu amigo e como o bar estava sem lugar pra se sentar disse a ele - que por sinal é bem cara de pau - que as convidasse para se sentar conosco, “só amizade”, rsrsrs, ledo engano, as duas vieram, se apresentaram, muito educadas, sentaram-se cada uma ao lado de um de nós, fiquei entre as duas e não conseguia tirar os olhos da loira, o morena era bonita mas usava uma calça jeans surrada, uma blusinha comum, nada de produção, sem maquiagem alguma, sei lá meio apagadinha, porém extremamente simpática e falante, então não teve jeito, começamos a falar e fomos nos entrosando, mesmo assim a loira me fazia babar, a noite foi seguindo, o papo animado, mas a cerveja e seus derivados são diuréticos e chega num ponto que não tem jeito, fui ao banheiro, mas já com a certeza que quando voltasse iria atacar a loira; Outro engano, quando voltei meu amigo já estava todo atracado num beijo frenético com a loira, minha frustração foi tamanha que o dono do bar percebeu e me deu um chopp de brinde no balcão, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca, esta foi a frase que me veio a cabeça, voltei a mesa, olhei meio discrente pra moreninha ao meu lado e começei a canta-la, ela meio reticente, deve ter percebido que eu estava afim de sua amiga, nem confimava um beijo e nem negava meus carinhos, teve uma hora que não teve jeito, passei a mão por sua nuca e como um gancho a puxei rancando um beijo no supetão, pensei que iria levar um tapa ou mesmo um bofetão, mas pro meu alívio ela sorriu, levantou-se, pegou minha mão e me puxou para uma parte coberta na área atrás do bar, depois da entrada dos banheiros, se encostou na parede, me puxou me abraçando e disse sussurrando ao meu ouvido “me pega de jeito!!”, não deu outra, pegou fogo, começamos um beijo na boca frenético acompanhado de um sarro louco, mordiscadas no pescoço, gemidos, ela empurrava a buceta pra frente, e esfregava com força, parecia que tava no cio - e tava - eu estava a ponto de bala, então propus sairmos dali pra um lugar mais calmo, ela topou na hora, quando voltamos ao bar, meu amigo e a amiga dela já haviam saído, pagaram a conta e deixaram um recado dizendo que não esperassemos por eles, como se fossemos esperar alguém, rsrsrsrs, pegamos um táxi e fomos direto pro primeiro motel que encontramos, entramos no quarto e incendiou de vez, ela veio se abaixando e tirando as minha calças mostrando minha rola dura, agarrou e começou um boquete irado, que boquinha quente que aquela moreninha linda tinha, que lingua ágil, eu já tava quase inundando sua boquinha quando pedi a ela que parasse e a convidei pra tomarmos um banho, enquanto fui ao banheiro pra encher a banheira de hydromassagem, pela porta entreaberta fiquei observando aquela diabinha tirando a roupa, peça por peça como num ritual, aquilo estava me torturando e me surpreendendo, a cada peça ela se mostrava mais gostosa do que eu poderia supor, ela era toda mingnon, uma ninfa, veio caminhando toda sinuosa em minha direção, eu já me pus deitado na banheira, ela veio por cima, abriu as pernas sobre o meu rosto, que buceta linda, devagarzinho veio abaixando, que delícia, chupei-a bem gostoso, ela gemia e rebolava na minha cara, esfregava a bucetinha no meu rosto todo, tremia as pernas de tanto tesão, derrepente começou a deslizar o corpo em direção ao meu pau, sem pega-lo foi se acomodando e encaixando-o na bucetinha só no jeitinho, e que jeitinho, quando sentiu meu pau entrando, ela se curvou pra trás e sentou, seus olhinhos piscavam sem parar, ela estava em extase, começou a cavalgar meu pau, sentava e sentava sem parar, ter aquela ninfa fudendo meu pau daquele jeito era um sonho, seus peitinhos roçando meu rosto todo, ela me abraçando gemendo, depois de varios minutos fudendo e beijando na boca, beijos profundos ela gozou, quando gozava, me apertava e sentava com força, parecia que queria matar a aranha a paulada. Fudemos em mais uns três lugares da suite do motel, deitamos depois da terceira pra respirar um pouco, eu estava exausto, apaguei, acordei umas 7:30h da manhã, sozinho, me espantei com o silêncio, olhei minhas coisas estavam todas lá e um recado de baton no espelho, “Vou sentir saudades, volte logo.”, Fui o banheiro e quando me olhei no espelho vi outro recado, eu estava todo beijado de baton pela virilha toda, várias marcas daquela boquinha safada. Hoje fico com as lembranças e esperanças de um dia reencontra-la para mais uma noite perfeita.
Conto enviado por
Alex Danado
Meu primeiro brinquedinho
Hoje vou contar como consegui meu primeiro brinquedinho erótico, claro que já tinha algumas fantasias e lingeries ousadas, mas não pensava em partir para um vibrador, afinal na minha cabeça nem precisava dele já que tinha um marido…rsrsrs
Bem foi naturalmente que aconteceu, ou não, ai vai da interpretação de cada um. Meu marido estava viajando a trabalho há um mês e conversamos todos os dias pelo msn, essa também foi minha primeira experiência com o sexo virtual. A distância parecia só aumentar o desejo e a frequência do sexo também, era como se tivessemos voltado ao tempo de namoro, uma, duas, três, quatro ou mais vezes por dia. E foi nessas transas virtuais que soltamos a imaginação e claro algumas fantasias, uma das primeiras foi a terceira pessoa, outro homem, outra mulher, outro casal, lógico que eu já sabia que essa era uma fantasia masculina, mas para meu espanto, eu gostei….e essas imaginações foram fazedo parte das transas virtuais e depois das reais também como imaginação, não colocamos em prática,sei lá, talvez a gente não esteja preparados para colocar um pessoa real na nossa cama.
Um dia em que ele disse que me mandaria um presente, esperei ansiosamente sem fazer idéia do que fosse, até o dia em que chegou pelo correio. Um vibrador prata multivelocidade que eu nem sabia como usar, mas que logo descobri.
E foi durante a tarde que resolvi experimentar o brinquedo e descobrir que sensações aquilo podia provocar. Então liguei o brinquedinho e experimentei todas as variações de vibração dentro de mim, enquanto tocava meu clitóris e gemia de prazer, e assim fui me masturbando com o vibrador na buceta e tocando o meu clitóris e ao contrário foi ainda melhor, com o vibro no clitóris e o dedinho na buceta até gozar. Foi uma experiência única, mas o melhor ainda estava por vir. Quando meu homem me chamou no msn eu já estava preparada esperando por ele com a lingerie mais provocante que tinha, na época um sutiã branco, uma tanga fio dental minuscula que não cobria quase nada da minha bucetinha e nada mesmo do meu rabo, uma perneira na coxa, todinha de branco.
Então em frente a webcam comecei a me exibir para ele, rebolava e me esfregava na cadeira deixando ele louco de tesão, passava a mão nos seios e na buceta, enfiava o dedo e gemia deliciosamente imaginando ele me tocar, usei até o microfone, passando pelos seios, escorregando ele pela barriga, tocando o clitóris, em certo ponto já estava louca pra sentir ele me penetrando o que não seria possivel já que estava em outro estado, então peguei o meu presente e comecei a tocar o clitóris com ele, meu homem se deliciava e batia uma punheta frenética do outro lado eu podia sentir seu pau latejando dentro de mim e fui enfiando devagarinho o vibro na minha bucetinha enxarcada de prazer, minhas pernas tremiam e ele dizia coisas que me deixavam ainda mais louca enquanto se masturbava pra eu ver, e que delicia é ver seu homem se mastubando pra você e fazer o mesmo pra ele. Enquanto ele batia punheta e apertava o saco eu enfiava o vibro todinho na buceta e tocava o clitóris cada vez mais intensamente e apertava os bicos dos meus seios espirando leitinho na tela do computador, meu homem assistindo minha perfomance e se deliciando acabou esporrando e enquanto dizia que ia gozar na minha cara e nos peitos pra outra mulher lamber a porra dele nas minhas tetas me fez gritar de tanto tesão e enfiar o vibro todo cada vez mais fundo e mais forte, apertava as tetas, enfiava o vibro e friccionava o clitóris que já estava inchado de tesão e pude sentir o gozo escorrendo pelas minhas pernas, minha buceta toda molhada e o vibrador também, eu gozava e tremia vendo meu homem gozar, foi um dos orgamos multiplos que tive, um gozo intenso e demorado, seguido de outros mais rápidos, dois, três, quatro orgasmos rapidinhos ao mesmo tempo, sem parar de gozar por uns 10 minutos se é que se pode contar o tempo nessa situação, mas parecia muito tempo pra mim, tem idéia do que é isso, senão a melhor está entre as 10 mais, das melhores sensações que se pode ter na cama ( mas isso já é caso pra contar em outro conto) uma delicia que eu nunca vou esquecer.
Por Ela ( Autora do conto Casada)
2 comentários »“Uma meia-noite destas!”
Já faz um tempo eu estava bebendo uma cerveja com alguns amigos em um bar no centro do Rio quando derrepente percebi uma moça magra vestindo moleton tentando carregar uma sacola feira cheia de garrafas de cerveja, a sacola parecia bem pesada, resolvi ajudar pois acredito que mulher nenhuma deve carregar peso, não é machismo, é cavalherismo da minha parte, algo em meu DNA, me aproximei e ofereci meus préstimos como carregador, ela me agradeceu e disse que não precisava, eu acatei sua decisão e voltei aos meus amigos, fiquei observando a cena, ela tentou mais uma vez, caminhou alguns passos e escorregou caindo sentada no chão, no tombo algumas garrafas se quebraram, eu de imediato fui ao seu socorro, quando cheguei perto notei um pequeno corte em seu pé e seus olhos cheios d’água, exuguei seu rosto e a levantei, coloquei-me a recolher as garrafas e os cacos e mais uma vez ofereci meus préstimos, ela desta vez não recusou, perguntei pra onde ela iria, ela indicou um prédio alto bem do outro lado da rua quase na direção do bar em que eu estava, comecei a caminhar e ela mancando um pouco veio me seguindo com sua delicada mão em meu ombro, ela estava toda perfumada, parecia franzina, mas o moleton aos poucos de acordo com seu caminhar emoldurava uma silhueta linda embaixo daquele tecido todo, tomamos o elevador e fomos até o 5º andar, ela abriu a porta do apartamento, era um quarto e sala bem aconchegante, livros e mais livros se empilhavam pelo chão, me dirigi a pequena cozinha e coloquei a sacola em cima da pia, ela neste momento tirou a blusa do moleton ficando só com uma camisetinha branca de algodão, neste ponto eu já estava com a mente a mil por hora, mas me contive, ela se sentou no sofá e começou a limpar o pequeno corte em seu pé, me pus ao seu lado e comecei a ajuda-la, ela era só sorrisos, o tempo todo me agradecia, eu dizia a ela que não fora nada e que sempre que ela precisa-se eu estaria a o seu dispor, sempre num tom amigável e respeitoso, quando terminei o curativo me levantei e fui me despedindo e seguindo em direção a porta, ela então se levantou, pegou em minha mão e perguntou se eu poderia fazer companhia a ela, que as cervejas que ela havia comprado eram para beber no dia seguinte com alguns amigos, mas que ela estava com vontade de beber só não tinha compahnia, eu prontamente acatei a oferta, ela abriu uma cerveja e enquanto ela nos servia eu passei por trás dela de maneira a toca-la nas costas levemente, ela deu um suspiro longo, mexeu no cabelo, foi a senha para eu abraça-la por trás e beijar sua nuca, ela se empinou toda se apoiando na pia, eu a acariciava, passava as mãos em seus seios, seios lindo, empinadinhos, quando menos ela esperava ela já estava sem a blusa, ainda em suas costas abaixei suas calças, revelando um corpo lindo, uma verdadeira “falsa magra”, ela tinha uma bunda linda, toda desenhada, comecei a mordisca-la e beija-la frenéticamente enqunato passava a mão pela sua vagina, ela ia sutilmente abrindo as pernas e revelando todas as partes daquele copro delicioso, tirei sua calcinha, meu penis latejava de tesão, começamos um sarro regado a sussurros e gemidos, ela se virou e começou a me beijar enlouquecidamente, parecia uma gata no cio, num dado momento ela se abaixou e começou a me sugar, sua boca era quente, parecia que estava em brasa, por pouco não gozei, peguei uma camisinha no bolso da calça e dei a ela, ela abriu colou na boca e num só golpe meu pau já estava encamizado, peguei-a pela cintura, a coloquei em cima da pia e bem devagar enfie meu pau naquela bucetinha linda e cheirosa, ela gemia e me abraçava com força a cada nova estocada, ficamos algum tempo nesta posição, ela pediu pra descer, se empinou na pia de costas pra mim, não precisou dizer mais nada, e nem disse, a penetrei de novo, ela rebolava e mordia minha mão, num subto momento ela se contraiu toda, e logo em seguida suas pernas esmoleceram, e ficou neste cilco, ela enfim estava em êxtase, o gozo era pleno, pelo ladrilho da parede da cozinha eu a via de olhinhos fechados, o corpo todo trêmulo denuciava o prazer que ela estava sentindo, não teve como me conter e gozei com força dentro dela, brincamos mais um pouco para aplacar a fúria daquela gozada, mas ela não estava satisfeita, virou-se, me deu um beijo, e correu para o quarto voltando logo em seguida com outra camisinha, começou a me chupar de novo, fez a mesma mágica de antes com a camisinha, a colocou com a boca, se empinou de novo e me ofereceu aquela bundinha linda, me disse que a muito tempo estava tentando fazer sexo anal mas nunca tivera tesão suficiente e que hoje seria o grande dia, me posicionei, pincelei meu pau na bucetinha ela se abriu toda, vim deslizando e levemente ponteie meu pau na entradinha apertadinha e rosada daquela pequena devassa, ela veio de ré, se acomodando e acomodando meu pau dentro daquele cuzinho , acredito eu , virgem, devagar a situpanha foi entrando, ela gemia, parava um pouquinho, depois recomeçava, sempre sem tirar de dentro, quando o pau entrou todo, comecei devagar a meter e tirar, algo gentil para não machuca-la, mas só eu pensava assim, ela me agarrou e começou a me embalar na foda, cada vez mais rápido e eu já louco de tesão a estocava com mais e mais força, não demorou muito e nós dois gozamos de novo, ela estava com a pele toda rubra, sua face era pura felicidade, nos vestimos, demos um longo beijo e fui embora, dentro do elevador ainda não acreditava no que tinha acontecido, eu estava até agora admirado com a situação, jamais esperava que ajudar alguém fosse tão prazeroso.
Conto enviado por Alex Danado

Estava lendo esse blog , e o post da nossa amiga casada, me despertou um desejo muito grande, comecei a ficar com tesão e imaginar o que faria com minha mulher essa noite, nossa amiga, transou com seu marido , despida , sem nenhum acessorio, hoje a noite vou fazer ao contrario, vou pedir a minha mulher que vista todas as suas lingeries para eu escolher qual fica melhor e vou usar todos os acessorios que temos; cremes que esquentam e esfriam , umectantes, geis do beijo, vibradores, adorno para seios, vou pedir para ela colocar os tres que ela tem e ver qual fica melhor, vou pedir para ela colocar um grampo vaginal e eu vou usar uma capa peniana que tenho.
Amanha ,quando retornar ao blog para ler outras experiencias, conto como foi a minha noite.
Grande abraço a todos, e lembrem-se sempre : Usem camisinha e toda a imaginação que tiverem, SEXO É SAUDE!




