Ninfa
Estava viajando a trabalho e fui para o interior do estado de São Paulo, já havia estado naquela cidadezinha antiga a beira mar mais de uma dúzia de vezes, mas sempre me resignei a ficar dentro do meu “habitat” natural, um barzinho com música ao vivo e pessoal na casa dos 30 ou mais, não sei o porque mas pra mim a idéia de uma noite divertida sempre parte de um bom bate-papo, a química rola nesta fase da paquera, beijar na boca por horas ou a noite toda é fácil quero ver é ficar aturando gente chata, isto sim é desafio. Bom fui para o bar de sempre na companhia de um amigo, paramos no balcão, pedimos um chopp pra cada um e começamos a reparar que o bar estava um pouco vazio para 22:00h que marcava o meu relógio, mas fazer oque, bater-papo, beber um choppinho e aguardar sem saber pelas surpresas que a noite me reservava. Noite vai e começou a chegar uma galerinha, meio “pivetada”, nada contra, mas…., bom derrepente duas mulheres entram no bar, uma loira com cerca de 1,60m, meio franzina e uma loira num vestido preto colado, meio curto com decotes saliente portando um par de peitos mais salientes ainda, de cara mostrei as duas ao meu amigo e como o bar estava sem lugar pra se sentar disse a ele - que por sinal é bem cara de pau - que as convidasse para se sentar conosco, “só amizade”, rsrsrs, ledo engano, as duas vieram, se apresentaram, muito educadas, sentaram-se cada uma ao lado de um de nós, fiquei entre as duas e não conseguia tirar os olhos da loira, o morena era bonita mas usava uma calça jeans surrada, uma blusinha comum, nada de produção, sem maquiagem alguma, sei lá meio apagadinha, porém extremamente simpática e falante, então não teve jeito, começamos a falar e fomos nos entrosando, mesmo assim a loira me fazia babar, a noite foi seguindo, o papo animado, mas a cerveja e seus derivados são diuréticos e chega num ponto que não tem jeito, fui ao banheiro, mas já com a certeza que quando voltasse iria atacar a loira; Outro engano, quando voltei meu amigo já estava todo atracado num beijo frenético com a loira, minha frustração foi tamanha que o dono do bar percebeu e me deu um chopp de brinde no balcão, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca, esta foi a frase que me veio a cabeça, voltei a mesa, olhei meio discrente pra moreninha ao meu lado e começei a canta-la, ela meio reticente, deve ter percebido que eu estava afim de sua amiga, nem confimava um beijo e nem negava meus carinhos, teve uma hora que não teve jeito, passei a mão por sua nuca e como um gancho a puxei rancando um beijo no supetão, pensei que iria levar um tapa ou mesmo um bofetão, mas pro meu alívio ela sorriu, levantou-se, pegou minha mão e me puxou para uma parte coberta na área atrás do bar, depois da entrada dos banheiros, se encostou na parede, me puxou me abraçando e disse sussurrando ao meu ouvido “me pega de jeito!!”, não deu outra, pegou fogo, começamos um beijo na boca frenético acompanhado de um sarro louco, mordiscadas no pescoço, gemidos, ela empurrava a buceta pra frente, e esfregava com força, parecia que tava no cio - e tava - eu estava a ponto de bala, então propus sairmos dali pra um lugar mais calmo, ela topou na hora, quando voltamos ao bar, meu amigo e a amiga dela já haviam saído, pagaram a conta e deixaram um recado dizendo que não esperassemos por eles, como se fossemos esperar alguém, rsrsrsrs, pegamos um táxi e fomos direto pro primeiro motel que encontramos, entramos no quarto e incendiou de vez, ela veio se abaixando e tirando as minha calças mostrando minha rola dura, agarrou e começou um boquete irado, que boquinha quente que aquela moreninha linda tinha, que lingua ágil, eu já tava quase inundando sua boquinha quando pedi a ela que parasse e a convidei pra tomarmos um banho, enquanto fui ao banheiro pra encher a banheira de hydromassagem, pela porta entreaberta fiquei observando aquela diabinha tirando a roupa, peça por peça como num ritual, aquilo estava me torturando e me surpreendendo, a cada peça ela se mostrava mais gostosa do que eu poderia supor, ela era toda mingnon, uma ninfa, veio caminhando toda sinuosa em minha direção, eu já me pus deitado na banheira, ela veio por cima, abriu as pernas sobre o meu rosto, que buceta linda, devagarzinho veio abaixando, que delícia, chupei-a bem gostoso, ela gemia e rebolava na minha cara, esfregava a bucetinha no meu rosto todo, tremia as pernas de tanto tesão, derrepente começou a deslizar o corpo em direção ao meu pau, sem pega-lo foi se acomodando e encaixando-o na bucetinha só no jeitinho, e que jeitinho, quando sentiu meu pau entrando, ela se curvou pra trás e sentou, seus olhinhos piscavam sem parar, ela estava em extase, começou a cavalgar meu pau, sentava e sentava sem parar, ter aquela ninfa fudendo meu pau daquele jeito era um sonho, seus peitinhos roçando meu rosto todo, ela me abraçando gemendo, depois de varios minutos fudendo e beijando na boca, beijos profundos ela gozou, quando gozava, me apertava e sentava com força, parecia que queria matar a aranha a paulada. Fudemos em mais uns três lugares da suite do motel, deitamos depois da terceira pra respirar um pouco, eu estava exausto, apaguei, acordei umas 7:30h da manhã, sozinho, me espantei com o silêncio, olhei minhas coisas estavam todas lá e um recado de baton no espelho, “Vou sentir saudades, volte logo.”, Fui o banheiro e quando me olhei no espelho vi outro recado, eu estava todo beijado de baton pela virilha toda, várias marcas daquela boquinha safada. Hoje fico com as lembranças e esperanças de um dia reencontra-la para mais uma noite perfeita.
Conto enviado por
Alex Danado
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2 respostas para “ Ninfa ”
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…?
nossa que conto maravilhoso…deu até vontade de ir para um lugar assim agora,,,que loucura!!!!