“Uma meia-noite destas!”
Já faz um tempo eu estava bebendo uma cerveja com alguns amigos em um bar no centro do Rio quando derrepente percebi uma moça magra vestindo moleton tentando carregar uma sacola feira cheia de garrafas de cerveja, a sacola parecia bem pesada, resolvi ajudar pois acredito que mulher nenhuma deve carregar peso, não é machismo, é cavalherismo da minha parte, algo em meu DNA, me aproximei e ofereci meus préstimos como carregador, ela me agradeceu e disse que não precisava, eu acatei sua decisão e voltei aos meus amigos, fiquei observando a cena, ela tentou mais uma vez, caminhou alguns passos e escorregou caindo sentada no chão, no tombo algumas garrafas se quebraram, eu de imediato fui ao seu socorro, quando cheguei perto notei um pequeno corte em seu pé e seus olhos cheios d’água, exuguei seu rosto e a levantei, coloquei-me a recolher as garrafas e os cacos e mais uma vez ofereci meus préstimos, ela desta vez não recusou, perguntei pra onde ela iria, ela indicou um prédio alto bem do outro lado da rua quase na direção do bar em que eu estava, comecei a caminhar e ela mancando um pouco veio me seguindo com sua delicada mão em meu ombro, ela estava toda perfumada, parecia franzina, mas o moleton aos poucos de acordo com seu caminhar emoldurava uma silhueta linda embaixo daquele tecido todo, tomamos o elevador e fomos até o 5º andar, ela abriu a porta do apartamento, era um quarto e sala bem aconchegante, livros e mais livros se empilhavam pelo chão, me dirigi a pequena cozinha e coloquei a sacola em cima da pia, ela neste momento tirou a blusa do moleton ficando só com uma camisetinha branca de algodão, neste ponto eu já estava com a mente a mil por hora, mas me contive, ela se sentou no sofá e começou a limpar o pequeno corte em seu pé, me pus ao seu lado e comecei a ajuda-la, ela era só sorrisos, o tempo todo me agradecia, eu dizia a ela que não fora nada e que sempre que ela precisa-se eu estaria a o seu dispor, sempre num tom amigável e respeitoso, quando terminei o curativo me levantei e fui me despedindo e seguindo em direção a porta, ela então se levantou, pegou em minha mão e perguntou se eu poderia fazer companhia a ela, que as cervejas que ela havia comprado eram para beber no dia seguinte com alguns amigos, mas que ela estava com vontade de beber só não tinha compahnia, eu prontamente acatei a oferta, ela abriu uma cerveja e enquanto ela nos servia eu passei por trás dela de maneira a toca-la nas costas levemente, ela deu um suspiro longo, mexeu no cabelo, foi a senha para eu abraça-la por trás e beijar sua nuca, ela se empinou toda se apoiando na pia, eu a acariciava, passava as mãos em seus seios, seios lindo, empinadinhos, quando menos ela esperava ela já estava sem a blusa, ainda em suas costas abaixei suas calças, revelando um corpo lindo, uma verdadeira “falsa magra”, ela tinha uma bunda linda, toda desenhada, comecei a mordisca-la e beija-la frenéticamente enqunato passava a mão pela sua vagina, ela ia sutilmente abrindo as pernas e revelando todas as partes daquele copro delicioso, tirei sua calcinha, meu penis latejava de tesão, começamos um sarro regado a sussurros e gemidos, ela se virou e começou a me beijar enlouquecidamente, parecia uma gata no cio, num dado momento ela se abaixou e começou a me sugar, sua boca era quente, parecia que estava em brasa, por pouco não gozei, peguei uma camisinha no bolso da calça e dei a ela, ela abriu colou na boca e num só golpe meu pau já estava encamizado, peguei-a pela cintura, a coloquei em cima da pia e bem devagar enfie meu pau naquela bucetinha linda e cheirosa, ela gemia e me abraçava com força a cada nova estocada, ficamos algum tempo nesta posição, ela pediu pra descer, se empinou na pia de costas pra mim, não precisou dizer mais nada, e nem disse, a penetrei de novo, ela rebolava e mordia minha mão, num subto momento ela se contraiu toda, e logo em seguida suas pernas esmoleceram, e ficou neste cilco, ela enfim estava em êxtase, o gozo era pleno, pelo ladrilho da parede da cozinha eu a via de olhinhos fechados, o corpo todo trêmulo denuciava o prazer que ela estava sentindo, não teve como me conter e gozei com força dentro dela, brincamos mais um pouco para aplacar a fúria daquela gozada, mas ela não estava satisfeita, virou-se, me deu um beijo, e correu para o quarto voltando logo em seguida com outra camisinha, começou a me chupar de novo, fez a mesma mágica de antes com a camisinha, a colocou com a boca, se empinou de novo e me ofereceu aquela bundinha linda, me disse que a muito tempo estava tentando fazer sexo anal mas nunca tivera tesão suficiente e que hoje seria o grande dia, me posicionei, pincelei meu pau na bucetinha ela se abriu toda, vim deslizando e levemente ponteie meu pau na entradinha apertadinha e rosada daquela pequena devassa, ela veio de ré, se acomodando e acomodando meu pau dentro daquele cuzinho , acredito eu , virgem, devagar a situpanha foi entrando, ela gemia, parava um pouquinho, depois recomeçava, sempre sem tirar de dentro, quando o pau entrou todo, comecei devagar a meter e tirar, algo gentil para não machuca-la, mas só eu pensava assim, ela me agarrou e começou a me embalar na foda, cada vez mais rápido e eu já louco de tesão a estocava com mais e mais força, não demorou muito e nós dois gozamos de novo, ela estava com a pele toda rubra, sua face era pura felicidade, nos vestimos, demos um longo beijo e fui embora, dentro do elevador ainda não acreditava no que tinha acontecido, eu estava até agora admirado com a situação, jamais esperava que ajudar alguém fosse tão prazeroso.
Conto enviado por Alex Danado

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2 respostas para “ “Uma meia-noite destas!” ”
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Ameeeeeeeeeeei
faz uma surpresa,experimenta contratar uma garota de programa bem gostosa,fiz isso quase morri de tesão em ver a puta implorando o pau do meu homem enquanto ele me fodia,tesão total adorei meu marido amou.